Matheus Leitão

Lula pretende partir para o ataque contra Flávio Bolsonaro e reforçar a presença em Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro

Matheus Leitão
12/09/2026 10:08
Sam Pancher/Metrópoles
A campanha de Lula já esperava uma eleição muito difícil, mas admite que foi acuada pela crise desta semana no Supremo Tribunal Federal.
Um integrante do núcleo da campanha disse à coluna que, com a divulgação dos documentos relacionados ao escândalo do Banco Master, a ordem agora é partir para o ataque.
A estratégia será explorar as novas informações sobre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro e concentrar esforços, até o primeiro turno, nos três estados mais polarizados do país (na avaliação deles): Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.
A campanha também diz não acreditar nos números da Quaest que colocaram Flávio à frente de Lula em Minas. Segundo esse integrante, o instituto errou demais nas últimas eleições para que o resultado seja tratado como uma fotografia definitiva do estado.
Outro movimento considerado importante é a entrada no ar das peças publicitárias que Lula vinha cobrando. O material começará a circular nas redes sociais e também será levado à televisão.
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O presidente chegou a reclamar abertamente, dentro da campanha, da demora. Queria uma reação política mais rápida. Agora, com o material do Master sob domínio público, pretende trocar a defensiva pelo ataque.


