O g1 promoveu nesta terça-feira (22) um debate entre candidatos ao Senado pelo Rio de Janeiro. Waguinho (Republicanos), Carlos Portinho (PL), Benedita da Silva (PT) e Mônica Benício (PSOL) falaram sobre relação entre poderes, universidades federais, SUS, trabalho e emprego, emendas parlamentares e retomada de territórios. Houve um bloco de temas livres e as considerações finais.

Mais cedo, Crivella (Republicanos), Carlos Jordy (PL), Pedro Paulo (PSD) e Marcos Dias (Podemos) discutiram sobre os mesmos temas. Veja como foi.

O g1 mostra a seguir como foi o debate da tarde.

- Relação entre poderes

- Universidades federais

- SUS

- Trabalho e emprego

- Emendas parlamentares

- Retomada de territórios e temas livres

- Considerações finais

Waguinho (Republicanos), Monica Benicio (PSOL), Benedita (PT) e Carlos Portinho (PL), candidatos ao Senado pelo Rio de Janeiro, no debate do g1 — Foto: Central Globo de Comunicação
Relação entre poderes
Debate RJ Tarde: Candidatos ao Senado do RJ respondem sobre relação entre poderes
Universidades federais
Debate RJ Tarde: Candidatos ao Senado do RJ respondem sobre universidades federais
SUS
Debate RJ Tarde: Candidatos ao Senado do RJ respondem sobre SUS
Trabalho e emprego
Debate RJ Tarde: Candidatos ao Senado do RJ respondem sobre trabalho e emprego
Emendas parlamentares
Debate RJ Tarde: Candidatos ao Senado do RJ respondem sobre emendas parlamentares
Retomada de territórios e temas livres
Debate RJ Tarde: Candidatos ao Senado do RJ respondem sobre retomada de territórios
Considerações finais
Carlos Portinho
Carlos Portinho (PL), candidato ao Senado do RJ, faz suas considerações finais
“Sou líder do governo Bolsonaro no Senado, no tempo que passei com o nosso presidente Bolsonaro.
Sou líder do PL há 6 anos, fui eleito o melhor senador do Brasil pelo Ranking dos Políticos. Vai lá, é da organização civil, tem métricas próprias.
Fui eleito também o melhor parlamentar do Rio de Janeiro na Câmara e no Senado todos os anos do meu mandato, e, em 2024, o melhor senador do Brasil pelo Ranking dos Políticos, justamente pela economia de recursos, pelas proposições que eu encaminhei e pela defesa dos nossos valores, valores da nossa família.
Eu votei contra as bets, ao contrário da senadora Benedita, que, por exemplo, derrubou a minha emenda que proibia o tigrinho na Câmara dos Deputados.
É o tigrinho, o cassino, que está arrasando com a família e com o comércio.
Então, preste atenção: Portinho, 222, para o Senado é o seu voto. Você vai eleger, votar, 2 senadores, um dos seus votos, Portinho 222. O outro Carlos Jordy, 221.”
Benedita da Silva
Benedita da Silva (PT), candidata ao Senado do RJ, faz suas considerações finais
“Eu quero falar com você, telespectador que está nos acompanhando até agora, agradecendo já ao g1.
Dizendo para você que em toda a minha trajetória de vida ela foi transparente. Nasci no morro, vivi no morro, e até hoje a minha história de vida tem servido também como experiência, e a experiência só serve para que a gente possa ajudar as pessoas.
Por isso eu estou colocando o meu nome para o Senado Federal, número 131, e o governador do estado, Eduardo Paes, 55, Benedita da Silva, que eu já disse, senadora, 131, e voltando para Lula, o número 13. Não esqueçam desses números. E Pedro Paulo, 555.
Eu quero dizer para vocês nesse momento que eu quero convidar você que é 70 mais você que é 70 menos...”
Mônica Benício
Monica Benicio (PSOL), candidata ao Senado do RJ, faz suas considerações finais
“Agradecer a você que acompanhou esse debate até aqui nesse momento de desânimo na política.
É importante que nós estejamos acompanhando, agradecer o g1 pela oportunidade desse debate e me apresentar.
Sou nascida e criada na Favela da Maré. Sou arquiteta urbanista de formação, graças a um pré-vestibular comunitário, pude fazer universidade.
Entrei para a política porque a política falhou comigo. Falhou quando negou o meu direito à família, falhou com a democracia quando permitiu que a vereadora Marielle Franco, uma vereadora em exercício, fosse assassinada.
Meu motivo de estar candidata ao Senado é porque justamente quero transformar a política, porque não é cabível que a gente possa se conformar com um Estado Democrático de Direito que não chega para todo mundo.
Estou candidata ao Senado, Mônica Benício, pelo PSOL, 500, e peço voto também em Benedita da Silva, 131, porque o Rio de Janeiro tem oportunidade histórica de eleger 2 mulheres de favela ao Senado.”
Waguinho
Waguinho (Republicanos), candidato ao Senado do RJ, faz suas considerações finais
“Digníssimos eleitores de todo o Estado do Rio de Janeiro, em especial da minha Baixada Fluminense, que tanto amo — eu sou da Baixada Fluminense.
Quero dizer para todos os eleitores: nesta eleição, você vai votar em 2 senadores. Você pode escolher 2.
Se você me escolher como seu 1º, muito obrigado; mas você também pode me escolher como seu 2º candidato.
Chegou a vez de a Baixada ter um senador. Nós somos 4 milhões de habitantes e mais de 3 milhões de eleitores. É a vez da Baixada no Senado Federal.
Quero também dizer para vocês que não esqueçam o meu número. Meu número é 101, um forte abraço a todos. Fiquem com Deus e rumo à vitória.”
As regras
Foram convidados os postulantes de partidos e federações com representação mínima de 5 parlamentares no Congresso Nacional ou que alcançaram pelo menos 5% de intenções de voto na pesquisa estimulada mais recente de Quaest ou Datafolha divulgada antes do debate, conforme as regras estabelecidas.
Os 8 concorrentes convidados confirmaram presença e foram divididos em 2 horários: às 9h e às 13h. A definição dos grupos, das posições no cenário e da ordem das considerações finais foi realizada por sorteio, com acompanhamento online dos representantes das campanhas.
Uma regra previamente estabelecida determinou que candidatos do mesmo partido ou da mesma coligação não ficassem no mesmo horário.
Assim, o encontro das 9h contou com Crivella (Republicanos), Carlos Jordy (PL), Pedro Paulo (PSD) e Marcos Dias (Podemos). Já a leva das 13h reuniu Waguinho (Republicanos), Carlos Portinho (PL), Benedita da Silva (PT) e Mônica Benício (PSOL).
Cada candidato teve 15 minutos de fala, limitados a intervenções de 1:30, intercaladas com as dos adversários. As considerações finais de 1 minuto foram à parte.
Este ano, cada eleitor precisa escolher 2 candidatos para o Senado. Não é possível votar 2 vezes no mesmo postulante.
Candidatos ao Senado pelo Rio de Janeiro participam de debate no g1 — Foto: g1 Rio
