Júlio Barroso Lopes (Lisboa, 6 de julho de 1907 - Lisboa, 10 de novembro de 1989) foi um actor português que iniciou sua actividade com 14 anos no Teatro Nacional D. Maria II, e dedicou-se bastante ao teatro de revista. Em 1936 atuou na revista Arre Burro no Teatro Variedades. No cinema ficou reconhecido principalmente pelo seu trabalho em Maria Papoila (1937), Madragoa (1952) e Capas Negras (1947). Também fez teatro radiofónico e televisão. Há uma rua com o seu nome em Oeiras, distrito de Lisboa.
Carreira Fez o curso de ator no Conservatório Nacional de Lisboa, estreou profissionalmente em 1924, com um pequeno papel em “À La Fé?...”, de Alfredo Cortez no Teatro Politeama. Embora de formação clássica, Barroso Lopes se destacou realmente na revista e na opereta. Era um ator de teatro com algum reconhecimento quando, em 1937, estreou-se no cinema, com um pequeno papel em “Maria Papoila” de Leitão de Barros.
Espetáculos No teatro actuou em:
Foi autor de "A grande mina" da Companhia do Teatro Apolo em 1951. Atuou na peça ao lado de Irene Isidro, António Silva, Ribeirinho, Carlos Alves, Leónia Mendes, Luísa Durão, Mimi Gaspar, Fernanda Maria, Zeca Fonseca, Reginaldo Duarte.
Vida familiar Foi casado com a actriz Carminda Pereira.
Referências
Ligações Externas Vídeo da RTP- breve apresentação biográfica de Júlio Barroso Lopes.