Flávio Bolsonaro e Lula fazem últimos atos de campanha antes do 2º turno

Presidenciáveis encerram período com atos nos maiores colégios eleitorais do Brasil: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você

No segundo turno das eleições presidenciais, Lula venceu entre brasileiros na Austrália, Nova Zelândia, China, Singapura, Coreia do Sul, Arábia Saudita, Kuwait, Síria, Egito e Quênia. Flávio Bolsonaro liderou no Japão, Emirados Árabes, Malásia, Tailândia, Taiwan, Filipinas, Indonésia e Catar. Os resultados foram baseados nos boletins de urna do TSE. A votação no exterior, com 918.911 eleitores aptos, ocorre em 134 países, começando na Nova Zelândia e termina no Canadá.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu entre os brasileiros que votaram na Austrália, na Nova Zelândia e na China no segundo turno da eleição presidencial, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) ficou à frente no Japão e nos Emirados Árabes Unidos. Os resultados foram levantados pelo Estadão neste domingo, 25, com base nos boletins de urna disponibilizados pela Justiça Eleitoral.

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O levantamento também mostra vantagem de Lula em Singapura, na Coreia do Sul, na Arábia Saudita, no Kuwait e na Síria. Entre os resultados apurados na África, o petista superou o adversário no Egito e no Quênia.

Flávio, que recebeu 80,08% dos votos válidos no Japão, venceu ainda em Taiwan, nas Filipinas e na Indonésia. O senador também ganhou duas disputas mais apertadas; Na Malásia, ficou três votos à frente de Lula; na Tailândia, a diferença foi de quatro.

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Os boletins de urna (BUs), disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em seu site de resultados, são documentos emitidos por cada urna eletrônica ao fim da votação. Eles registram a quantidade de votos recebidos por cada candidato na respectiva seção eleitoral e permitem conhecer os resultados antes da totalização oficial pelo tribunal.
Bom salientar que a apuração consolidada será divulgada oficialmente pelo TSE após as 17h, horário de Brasília, quando termina a votação no Brasil.
Petista recebeu 418 votos entre os brasileiros que compareceram às urnas em Wellington, enquanto senador do PL teve 101; apuração foi concluída na madrugada deste domingo, 25
Oceania
Na Austrália, Lula recebeu 6.017 votos (63,46%), contra 3.465 (36,54%) de Flávio Bolsonaro. A vantagem do presidente foi de 2.552 votos, em um total de 9.482 válidos. Dos votos recebidos pelo petista no país, 4.161 vieram do posto de Sydney.
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Na Nova Zelândia, Lula obteve 418 votos (80,54%), enquanto Flávio teve 101 (19,46%). Os boletins das cinco seções de Wellington, capital do país, foram publicados na madrugada deste domingo. Ao todo, 526 brasileiros compareceram às urnas: além dos 519 votos válidos, foram registrados quatro brancos e três nulos.
Japão e outros países da Ásia
No Japão, Flávio Bolsonaro recebeu 28.538 votos (80,08%), contra 7.098 (19,92%) de Lula. O senador conquistou 3.937 votos a mais no país em relação ao primeiro turno.
A maior diferença entre os candidatos ocorreu no posto de Nagoia, que engloba as cidades de Nagoia, Hiroshima, Takaoka, Toyohashi e Suzuka. Lá, Flávio recebeu 13.284 votos, contra 2.877 de Lula. O candidato do PL teve ainda 9.770 votos no posto de Tóquio, que, além da capital, abarca Mitsukaido/Joso, Oizumi e Ueda/Nagano.
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Na China, Lula venceu com 502 votos (65,28%), contra 267 (34,72%) de Flávio Bolsonaro.
O presidente também ficou à frente em Singapura, onde recebeu 213 votos (63,77%), ante 121 (36,23%) do adversário. Na Coreia do Sul, o petista teve 148 votos (64,35%), contra 82 (35,65%) do senador.
Na Malásia, Flávio venceu por três votos: foram 44 (51,76%), contra 41 (48,24%) de Lula. Na Tailândia, a diferença foi de quatro votos, com 60 (51,72%) para o candidato do PL e 56 (48,28%) para o petista.
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Em Taiwan, Flávio Bolsonaro recebeu 130 votos e venceu com 58,04% dos válidos. Lula teve 94 votos, equivalentes a 41,96%. Ao todo, os dois candidatos somaram 224 votos, com vantagem de 36 para o senador do PL. A diferença entre eles foi de 16,08 pontos porcentuais.
Outras duas vitórias do senador ocorreram nas Filipinas e na Indonésia. Os brasileiros nas Filipinas deram 39 votos (59,09%) a Flávio e 27 (40,91%) a Lula. Na Indonésia, o placar foi de 23 (60,53%) a 15 (39,47%), também em favor do candidato do PL.
Lula ficou à frente na Arábia Saudita, onde o boletim da seção 0651 registrou 49 votos (61,25%) para o presidente e 31 (38,75%) para o adversário. A vantagem foi de 18 votos. A urna contabilizou ainda dois brancos e dois nulos, totalizando 84 votos.
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Com 62 votos (78,48%), o petista também superou Flávio no Kuwait. O senador recebeu 17 (21,52%), segundo o boletim da seção 0390, e ficou 45 votos atrás do presidente.
O percentual de Lula chegou a 90,60% na seção 0727, na Síria. Foram 106 votos para o presidente e 11 (9,40%) para Flávio -- uma diferença de 95 em um total de 117 válidos.
Emirados Árabes Unidos
A soma dos boletins de Abu Dhabi e Dubai mostrou vitória de Flávio Bolsonaro nos Emirados Árabes Unidos. O senador recebeu 772 votos (54,56%), contra 643 (45,44%) de Lula, uma vantagem de 129 votos.
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Juntos, os cinco boletins analisados registraram 1.415 votos válidos, 19 brancos e 31 nulos, totalizando 1.465 votos.
O candidato do PL também ficou à frente no Catar, com 195 votos (55,08%), ante 159 (44,92%) do presidente. A diferença foi de 36 votos, segundo o boletim da seção 0728. Dos 363 votos registrados, 354 foram válidos, quatro brancos e cinco nulos.
África
No Egito, Lula recebeu 60 votos (78,95%), contra 16 (21,05%) de Flávio Bolsonaro, segundo o boletim da seção 0075. A vantagem do presidente foi de 44 votos. Ao todo, a urna registrou 79 votos, sendo 76 válidos, um branco e dois nulos.
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No Quênia, o petista também ficou à frente. Na seção 0282, Lula obteve 29 votos (64,44%), enquanto o senador recebeu 16 (35,56%), uma diferença de 13 votos. Os 45 votos registrados foram válidos, sem brancos ou nulos.
Votação no exterior
Ao todo, 918.911 brasileiros residentes no exterior estão aptos a votar neste ano, segundo dados do TSE. O eleitorado está distribuído por 134 países, em 1.361 seções eleitorais, que contam com 1.407 urnas eletrônicas.
Para que uma seção eleitoral seja instalada no exterior, é necessário haver pelo menos 30 eleitores aptos a votar na localidade.
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O número de brasileiros habilitados a votar fora do País representa um aumento de 31,82% em relação à eleição de 2022, quando cerca de 697 mil eleitores estavam aptos a participar do pleito no exterior.
Por causa da diferença de fuso horário entre os países, a votação no exterior começa antes da abertura das seções eleitorais no Brasil e se estende por mais de 29 horas. O processo teve início às 16h de sábado, 24, pelo horário de Brasília, na Nova Zelândia, e só termina na noite deste domingo, no Canadá, com o fechamento das últimas seções.
Em geral, os locais de votação fora do território nacional funcionam das 8h às 17h, conforme o horário de cada país.
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As urnas abriram na Nova Zelândia, na Austrália em em países da Ásia ainda na noite de sábado. Na madrugada e ao longo da manhã de domingo, é a vez dos brasileiros que vivem na Europa votarem.
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