Na Mira

Caso ocorreu em frente a um bar, em Macapá. Polícia Civil investiga a morte do major. Envolvidos foram levados ao Ciops do Pacoval

Larice de Paula

01/10/2026 08:33
Imagem cedida ao Metrópoles
O diretor-adjunto do Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen-AP), Márcio Douglas Moraes Amanajás (à direita na imagem em destaque), foi exonerado do cargo comissionado nessa segunda-feira (28/9). A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado. Ele é suspeito de envolvimento na morte do major da Polícia Militar (PM) Anderson Fernandes.
Anderson Leite Rodrigues Fernandes, de 38 anos (à esquerda na foto), morreu no último domingo (27/9), após ser baleado durante uma confusão em frente a um bar na Zona Sul da capital. O confronto envolveu policiais penais.
A coluna Na Mira tenta localizar defesa de Márcio Amanajás. O espaço segue aberto para posicionamentos.
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Major foi executado caído no chão
Márcio Amanajás estava entre os quatro policiais penais conduzidos à Polícia Civil após a confusão. Segundo testemunhas, a discussão começou dentro do bar. Em seguida, o major Anderson teria tentado conversar com um grupo que estava do lado de fora do estabelecimento.
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Imagens do circuito de segurança registraram o momento em que três homens deixam o local. O policial militar arremessa uma garrafa contra um homem de camisa amarela e, logo depois, começam os disparos. Pedestres correm para se proteger, enquanto o major, baleado, cai ao lado de um carro.
Outro suspeito, que vestia camisa branca e bermuda listrada, sai do bar armado e atira contra o major, que já estava caído. Na sequência, ele guarda a arma e observa a cena à distância.
O caso é investigado pela Polícia Civil do Amapá.


