Surfe, esporte que nasceu nas praias da Polinésia, vive no Brasil um momento de expansão sem precedentes, impulsionado por conquistas internacionais, novos talentos e pelo apoio institucional do Banco do Brasil, que tem patrocinado atletas de destaque e fomentado iniciativas de base.Embora hoje seja global, foi no Havaí que o surfe ganhou notoriedade e se espalhou ao mundo no início do século XX. No Brasil, a prática começou a se popularizar entre as décadas de 1960 e 1970, evoluindo ao ponto de transformar o país em uma das principais potências da modalidade.A geração conhecida como “Brazilian Storm” consolidou essa ascensão ao levar atletas brasileiros ao topo dos campeonatos mundiais, inspirando uma nova leva de praticantes. Dados da World Surf League (WSL) revelam que a temporada de 2025 atingiu 80 milhões de espectadores em plataformas lineares e digitais, representando crescimento de 39% em relação ao ano anterior.Em 2026, a tendência de expansão continuou. Na etapa de abertura do Championship Tour, em Bells Beach, o Brasil respondeu por 43% da audiência ao vivo nos canais próprios da liga durante o Finals Day, apesar do fuso horário desfavorável.Os títulos conquistados pelos brasileiros reforçam a influência desse “maré de vitória” no consumo do público, posicionando o surfe cada vez mais no mainstream esportivo. Em maio deste ano, Italo Ferreira venceu a etapa de Raglan, na Nova Zelândia, válida pelo Championship Tour da WSL, mantendo o país entre os principais candidatos aos títulos da temporada.No surf feminino, Tatiana Weston‑Webb destaca‑se como referência. Nos Jogos Olímpicos de Paris 2024, a atleta conquistou a medalha de prata, tornando‑se a primeira brasileira a subir ao pódio olímpico na modalidade. “O surfe mudou bastante e continua mudando. Atualmente as mulheres têm muito mais espaço, visibilidade e respeito dentro do esporte. Temos mulheres competindo nos mesmos palcos, com a mesma premiação, e mostrando cada vez mais que podemos estar em ondas grandes e competir em alto nível. Isso é muito importante”, declarou Weston‑Webb.O Banco do Brasil tem sido um dos pilares desse desenvolvimento. A instituição patrocina atletas de destaque como Luana Silva, Tatiana Weston‑Webb e Italo Ferreira, além de apoiar projetos que visam o desenvolvimento do esporte e o incentivo a surfistas em início de carreira.“O sucesso do surfe brasileiro é resultado de talento, dedicação e da construção de um ecossistema cada vez mais forte. O apoio de marcas, entidades esportivas e parceiros tem papel importante nesse processo, criando condições para que atletas possam se desenvolver e competir em alto nível. O Banco do Brasil acredita no esporte como ferramenta de transformação e vê no surfe uma modalidade capaz de gerar impacto positivo, promover inclusão, inspirar pessoas e fortalecer comunidades. Por isso, buscamos contribuir para o crescimento sustentável do esporte em diferentes frentes, do incentivo a atletas à realização de competições que ajudam a ampliar o alcance da modalidade no país”, afirmou Larissa Novais, diretora de marketing e comunicação do Banco do Brasil.Para a empresa, investir no surfe significa apoiar valores como superação, disciplina, conexão com a natureza e inclusão, ao mesmo tempo em que fortalece a comunidade de surfistas brasileiros e fomenta a formação de novos talentos.

Maré alta: entenda mais sobre a origem do surfe e como o esporte tem ganhado cada vez mais espaço no Brasil
Maré alta: entenda mais sobre a origem do surfe e como o esporte tem ganhado cada vez mais espaço no Brasil · Imagem: Source: esportes.r7.com
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Créditos/Reprodução Internet Vanity Brasil
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