Na Mira

Gerssica Vieira, de 31 anos, era acompanhada por patrulha de prevenção à violência. Autor fugiu após o crime, mas foi morto em confronto

Carlos Carone

20/10/2026 19:02
Reprodução
Uma mulher de 31 anos foi morta a tiros pelo companheiro, que teria divulgado uma foto do corpo dela nas redes sociais após o crime. A publicação ajudou a polícia a tomar conhecimento do caso, que terminou com a morte do suspeito durante uma ação da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG).
O feminicídio aconteceu na noite desta segunda-feira (19/10), em Funilândia, na região central de Minas Gerais, a cerca de 20 quilômetros de Sete Lagoas. Depois de matar a companheira, o homem fugiu para uma propriedade próxima, onde foi localizado pelos militares.
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A vítima foi identificada como Gerssica de Souza Vieira, de 31 anos. O companheiro dela, João Paulo Magela Teixeira, de 28, é suspeito de cometer o feminicídio e morreu após atirar contra policiais militares que atendiam à ocorrência.
Envio de imagem
Segundo informações do boletim de ocorrência, João Paulo publicou uma foto do corpo da companheira no status do WhatsApp depois de matá-la. Ele também teria enviado a imagem ao proprietário do sítio onde trabalhava como caseiro.
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Ao receber o registro, o homem acionou a Polícia Militar. De acordo com informações divulgadas pela corporação, Gerssica foi morta dentro da residência do casal, na zona rural de Funilândia. Os militares encontraram o corpo no imóvel. As informações iniciais apontam que a mulher foi atingida por quatro disparos de espingarda.
Após o crime, João Paulo fugiu e se escondeu em uma propriedade próxima. Quando os policiais chegaram ao local para procurá-lo, ele teria disparado contra a equipe usando uma arma longa de calibre .22.
Confronto e morte
Os militares reagiram e atingiram o suspeito durante o confronto. Ele morreu no local, e a espingarda que teria sido utilizada na ocorrência foi apreendida. Gerssica já recebia acompanhamento de uma equipe da Polícia Militar especializada no atendimento a casos de violência doméstica.
Segundo as informações da ocorrência, o monitoramento acontecia porque ela vivia um ciclo de violência no relacionamento com o suspeito. O caso foi registrado em Funilândia e envolve a investigação do assassinato da mulher e das circunstâncias do confronto que terminou com a morte de João Paulo.


